segunda-feira, 3 de maio de 2010

O que comer para dormir melhor?


Alguns casos de insônia são muitas vezes atribuídos a um distúrbio de natureza alimentar. As pessoas atribuem a dificuldade de não ter um sono reparador devido a distúrbios digestivos orgânicos "ou seja" doenças do aparelho digestivo que evidentemente pioram com uma alimentação inadequada.

Já vimos nesses comentários que quem tem refluxo gástrico tem uma queimação no peito, que piora com certas comidas picantes e muito gordurosas antes de dormir.

A pergunta básica é a alimentação ou a doença que causou a insônia, nesse caso. Muito difícil de definir, provavelmente as duas causas em conjunto. Muitas comidas( doces), refrigerantes, sucos causam fermentações intestinais que resultam em gases intestinais, que quando a pessoa deita, apertam a área cardíaca e dão pautações, que causam insônia.

Provavelmente não foi simplesmente a comida do ultimo jantar que causou o aparecimento dos gases, mas esse vilão é o mais recente. Gases intestinais são resultantes de uma longa serie de dias de alimentação inadequada.

Deve ser tratado com medicação e dieta
Evite jantar tarde, pois a digestão causa sobrecarga no organismo. Também não se deixe tentar pelos alimentos gordurosos ou picantes e aqueles que já sabem que provocam uma pletora( sensação de estufamento) estomacal.

Em relação às bebidas alguns cuidados podem ser observado, não bebe café, chocolate ou qualquer outra bebida estimulante à noite. A maioria das pessoas com problemas de insônia é geralmente sensível à cafeína. O Chá contem também uma substancia equivalente, chamada teobromina que para certas pessoas também é estimulante.

Abstenha-se de bebidas alcoólicas. Enquanto um drink pode causar temporariamente uma sensação de maior relaxamento e ate um pouco de sonolência, o álcool interfere com o ciclo de sono e pode fazer com que a pessoa adormeça rapidamente, mas acorde freqüentemente durante a noite ou tenha um ciclo mais superficial.

Alguns casos de insônia são de natureza alimentar, como, por exemplo, uma deficiência de ácido fólico, da família da vitamina B. Nesse caso, escolha uma dieta rica em vegetais, legumes e cereais. O magnésio, o zinco, o cobre, o cálcio e o ferro são importantes na duração e na qualidade do seu sono. Também prefira comidas ricas em L-tripofano, um aminoácido encontrado no leite, ovos, atum, queijo, galinha e peru.


PROFESSOR DR. JOSÉ KNOPLICH
Reumatologista, Doutor em Saúde Pública
pela Universidade de São Paulo, autor de vários livros,
dentre os quais o "Viva Bem com a Coluna que Você Tem", na 31ª edição com 190 mil livros vendidos.
http://knoplich.sites.uol.com.br/

sábado, 3 de abril de 2010

Água de Coco



A água de coco é muito nutritiva, contendo boas quantidades de sais minerais como potássio, sódio, fósforo e cloro. Também possui gorduras, carboidratos, proteínas e vitaminas (A, B1, B2, B5 e C).
Como a água de coco tem eletrólitos como sódio e potássio, a hidratação é mais rápida e proporciona a recuperação desses minerais eliminados pela transpiração, e por isso pode ser considerada um isotônico natural. Sua composição é muito parecida com a do soro fisiológico. É recomendada para evitar cãibras, fraqueza muscular e equilibra o sistema circulatório, pois regula o nível de sódio e de água no corpo. Também se recomenda para casos de diarréia, desidratação e enjôos (gravidez, quimioterapia).

NATURAL X INDUSTRIALIZADA
Não há diferenças significativas, no que se diz respeito aos nutrientes, pois os principais são o sódio e o potássio, que não se perdem facilmente.
Veja as informações nutricionais da bebida natural, por 100ml.

COMPONENTES QUANTIDADES
Calorias: 19cal.
Carboidratos: 3,72g
Gorduras totais: 0,2g
Proteínas: 0,72g
Fibras: 0g
Vitamina C: 2,4mg
Sódio: 105mg
Potássio: 250mg
Magnésio: 25m
Cálcio: 17,5mg
* Valores aproximados (podem variar de acordo com o estado de maturação da fruta)

Triglicerídeos


Os triglicerídeos são gorduras que podem ser produzidas pelo organismo ou ingeridas por meio dos alimentos. São formas de armazenamento energético do organismo, constituindo depósitos no tecido adiposo e muscular. Níveis elevados de triglicerídeos na corrente sanguínea possuem relação direta com o desenvolvimento de doenças do coração.

EVITE OU CONSUMA COM MODERAÇÃO:
1. Doces;
2. Manteiga, margarina e banha de porco;
3. Frituras;
4. Massas;
5. Carnes gordas;
6. Laticínios integrais (leite e iogurte) e queijos amarelos;
7. Bebidas alcoólicas e refrigerantes;
8. Produtos industrializados em geral.

DÊ PREFERÊNCIA:
1. Frutas, verduras, legumes e cereais integrais;
2. Preparações menos calóricas (assar, grelhar ou cozer);
3. Óleos vegetais e azeite de oliva;
4. Carboidratos integrais (pães, arroz, aveia e trigo);
5. Carnes magras;
6. Laticínios desnatados (leite e iogurte) e queijos brancos.

quarta-feira, 24 de março de 2010

A atividade física na terceira idade


De acordo com estudos e pesquisas realizadas por Osieck e Safons (2007), a qualidade de vida depois dos 60 anos de idade é determinada pelas atividades que a pessoa desenvolveu e também da forma como se alimentou até lá.

Sabe-se que com a idade a pessoa que não pratica nenhuma atividade física acaba perdendo força nos músculos, que aos poucos vão se tornando atrofiados e acabam engordando.

É importante ressaltar que o exercício físico na terceira idade mantém e melhora as atividades da vida diária, contribui não apenas para melhoria do aspecto biológico, mas também no que se refere aos aspectos psíquicos e sociais.

Segundo Osieck (2007, p.3) "Pessoas na terceira idade devem fazer exercícios".

Visto que a melhoria na condição física traz inúmeras vantagens, inclusive o retardamento do processo de envelhecimento, a redução da pressão arterial, do colesterol e da gordura corporal.

Ressalta ainda que, a atividade física permite também que o idoso desenvolva melhores condições cardiovasculares, o aumento da força, flexibilidade e do equilíbrio.

Safons (2007, p.9) recomenda que: " a prática do exercício deve ser regular, apoiada em disciplinas estruturadas em uma seqüência lógica".

Para que se possa praticar atividades físicas com segurança o ideal é que a pessoa se submeta a uma avalição médica antes de começar a prática.

Na contemporaneidade, a atividade física vem ganhando cada vez mais espaço na sociedade, é preciso ter o máximo de cuidado, pois o tipo de exercício a ser realizado depende do organismo e da vontade de cada um.

Entende-se que a opção para a realização desta ou daquela atividade física deve ser realizada pelo idoso.

Conforme Okuma (2007, p.2) diz, "não há nenhuma fórmulal pré-determinada que deve ser feita na terceira idade".

Desta forma, primeiramente o idoso precisa olhar para si e determinar qual é a sua capacidade funcional nas atividades diárias.
Outro fator fundamental se refere a avaliação da saúde e na escolha da atividade ideal.

Torna-se importante lembrar que dentre os resultados positivos que o exercício físico promove pode-se constatar um aumento da sensação de bem estar, a melhoria da auto-estima e até mesmo um incentivo para a reeducação alimentar, que se é bom em qualquer idade, imagine para as pessoas mais experientes.


Referências: site. http://portal.saude.gov.br/saude/

Acadêmica Kleide Zardo
Disciplina de Cinesiologia
Professor Aluísio Menin Mendes
UNICS - Palmas - Paraná

Uma maneira segura de começar a se exercitar


Se você faz parte do grupo que quer inaugurar uma nova etapa de vida e resolveu praticar uma atividade física, parabéns! Além de eliminar as gordurinhas, exercitar-se faz muito bem para o corpo e proporciona um enorme bem-estar. Mas não pense que o primeiro passo é fazer a matrícula em uma academia. Antes é preciso passar por um check-up, para saber como está o seu coração.

"Hoje vemos mais gente nas academias, parques e ruas praticando uma atividade física", afirma Costantino Costantini, médico cardiologista e diretor-geral da Clínica Cardiológyca Costantini. Mas muita gente começa a fazer exercício sem antes ter passado por um check-up - uma série de exames cardiológicos e clínicos, o que pode ser tão perigoso quanto o sedentarismo. Os exames servem para traçar o perfil do metabolismo, mostrando os níveis de colesterol, glicose e pressão arterial. Além disso, um teste de esforço identifica a capacidade física e permite checar problemas cardiovasculares.

"O check-up é uma segurança para quem vai praticar uma atividade", orienta Luciene Ferreira Azevedo, Professora e Fisiologista do Exercício da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Instituto do Coração - InCor. "Algumas pessoas apresentam fatores de risco que podem desencadear uma doença cardíaca e muitas vezes nem sabem", completa.

Os principais fatores de risco são:

Antecedentes familiares de doenças cardíacas;
Colesterol elevado;
Diabetes;
Estresse;
Hipertensão Arterial;
Obesidade;
Sedentarismo;
Tabagismo (Fumo).
A atividade física ajuda a diminuir os fatores de risco, pois melhora o desempenho cardiovascular, regula a pressão arterial, dá mais disposição, já que o organismo libera uma substância chamada endorfina, responsável pela sensação de bem-estar. "A endorfina também ajuda no bom funcionamento do intestino, causando menos problemas digestivos", explica Costantini.

Exames que não podem faltar em um check-up

Teste de esforço ou ergométrico:

É feito na esteira, com o acompanhamento de um cardiologista e por meio de monitoração gráfica, que mostra como o coração se comporta frente ao esforço e pode diagnosticar problemas. "Com o auxílio de cargas (maior velocidade ou inclinação da esteira), identificamos respostas da freqüência cardíaca e da pressão arterial da pessoa ao esforço", explica Luciene. Durante 10 a 12 minutos, o paciente caminha e corre na esteira. Desde o momento de repouso até o aumento do cansaço, é possível verificar a freqüência cardíaca máxima e observar a resposta eletrocardiográfica.

Eletrocardiografia ou eletrocardiograma

Método gráfico pelo qual se obtém uma "fotografia" do coração. "Um eletrocardiograma nem sempre mostra o problema do paciente, pois ele está em repouso", avisa Costantini. Neste caso, é essencial o teste de esforço ergométrico.

Ecocardiografia:

Este exame permite visualizar as estruturas cardíacas (músculo e válvulas) por meio de ultra-som que mostra imagens precisas.

Exames de sangue:

Mostram as taxas de glicose no sangue, apontando a existência de diabetes, os níveis de gorduras, identificando as taxas de colesterol e triglicerídeos.

Também são bem-vindos testes da capacidade respiratória, por meio da espirometria, da força e flexibilidade muscular, que permitem identificar o aproveitamento de energia pelo organismo durante o exercício e também a capacidade aeróbica máxima. Os fumantes precisam ainda passar por uma avaliação pulmonar e tirar uma radiografia do tórax.

A freqüência ideal para se fazer um check-up é:

Após os 30 anos: uma vez a cada dois anos
Após os 40: anualmente
Após os 50: a cada seis meses
Grupo de risco, todas as idades: a cada seis meses

Publicado em 07/04/2004
Fonte: www.xenicare.com.br
Site Médico

terça-feira, 16 de março de 2010

Episódios depressivos


A depressão clínica é um quadro de saúde bastante comum encontrado na população. Os estudos indicam ser pouco provável que um único fator isolado seja o responsável por desencadear uma depressão, mas sim que ela seja resultado de um conjunto de diferentes fatores, que interagem entre si. Alterações biológicas, componentes da história de vida, características ambientais e psicológicas foram evidenciados como fatores importantes para compreender o início e a evolução da depressão.

A depressão clínica é diferente do declínio passageiro do humor vivenciado quando normalmente uma pessoa reage a uma perda. Uma pessoa sob efeito de depressão tende a considerar difícil realizar atividades normais, e pode perder o interesse até mesmo em prazeres rotineiros, tal como assistir um filme, sair com amigos para um restaurante, dentre outros.

Em geral, a depressão ocorre por um período limitado, e episódios não tratados tendem a se resolver em prazo de três a seis meses. Contudo, é freqüente a recaída, e aproximadamente 15-20% das pessoas evoluem para quadros crônicos de depressão. Sendo assim, o tratamento feito no início torna mais fácil o controle do quadro, pois pode acelerar a recuperação, a manter a melhora e prevenir recaídas. Essa abordagem tem incentivado tratamentos psicológicos com vistas a ensinar aos pacientes habilidades cognitivas (pensamento) e comportamentais para o enfrentamento da depressão.

Tem sido demonstrado que tratamentos psicológicos comportamentais e cognitivos-comportamentais são eficazes para combater a depressão clínica. Na prática, o tempo de tratamento pode variar consideravelmente, e isso depende da análise dos fatores que desencadearam a depressão, bem como dos fatores que participam no enfrentamento da mesma.

Depressões que evoluem provocando importantes incapacitações do funcionamento global do indivíduo geralmente necessitam de intervenção psiquiátrica, e o tratamento medicamentoso associado com a psicoterapia, nesses casos, pode favorecer bastante o progresso do paciente.

Enfim, depressão é um problema de saúde que possui tratamento. Há grandes chances de recuperação quando a pessoa aceita as suas dificuldades e deseja melhorar, partindo em busca de tratamento.


Fonte: http://www.centroclinicoperuibe.com.br/artigos/artigo2.asp
Site Médico

A acupuntura e o tratamento da obesidade


Um dos métodos naturais para emagrecimento é a Acupuntura, que não prevê o uso de medicamento e é de eficácia comprovada. A Acupuntura atua procurando restabelecer o equilíbrio perfeito das correntes elétricas do organismo.

Esta técnica começou há mais de 5 mil anos na China, e hoje está muito desenvolvida, até com a utilização de equipamentos eletrônicos. Devido à sua grande eficácia, a Acupuntura propagou-se em vários países, entre eles a Itália, Espanha, Inglaterra, EUA, URSS, Japão, Coréia, França e China.

A Acupuntura tem duas estratégias básicas para auxiliar na perda de peso. O método de tratamento mais tradicional consiste em considerar a obesidade como uma conseqüência de maus hábitos alimentares, podendo ser comparado ao tabagismo. Esse método utiliza a Aurículopuntura.

O tratamento de obesidade pela Aurículopuntura, consiste em implantar agulhas auriculares convencionais, presas com fita adesiva específica, que são trocadas semanalmente (o ideal é serem trocadas a cada 4 dias).

Alternativamente, podemos aplicar agulhas removíveis, utilizando como auxiliar no tratamento a acupressão, que consiste na aplicação de pequenas bolinhas metálicas ou sementes, fixas por fita adesiva no pavilhão auricular. O método alternativo utiliza um conjunto de pontos do corpo, escolhidos criteriosamente, de acordo com as necessidades terapêuticas do paciente.

O tratamento consiste na aplicação de agulhas removíveis em pontos específicos do corpo, de acordo com as necessidade individuais. Após essa terapia, pode ser utilizada como complemento terapêutico, a moa.

Esses tratamentos devem ser realizados uma ou duas vezes por semana, de acordo com a evolução da terapia. Pessoas com tendência à obesidade podem experimentar um aumento de peso após o encerramento do tratamento com Acupuntura, devido aos seus hábitos alimentares incorretos, havendo grande chance de retornar à condição de peso inicial.

Assim, todo paciente deve rever completamente seu estilo de vida, seus hábitos alimentares, a retomada à prática de exercícios físicos, prevendo ainda, a repetição do tratamento algumas vezes no ano.


Fonte: http://www.sitemedico.com.br
Dra. Rosangela Fernandes de Sousa
CREFITO-4542/F