sábado, 5 de dezembro de 2009

Chupeta: Quando e por que usar?


Tanto para o recém-nascido de termo, como para o pré-termo (prematuro) o uso da chupeta tem se mostrado de grande importância.

Existem vários pontos de vista em relação há este fato, mas uma coisa é regra básica,"Sempre deve-se buscar o aleitamento ao seio exclusivo como a meta principal". Todo e qualquer artifício utilizado, que leve a qualquer risco desta prática ser interrompida, deve ser muito discutido.

Ela acalma a criança, propiciando menos gasto energético, dá ritmo, coordenação, força muscular e melhora a oxigenação transcutânea ("aproveitamento" do oxigênio através da pele), e evita o sugar o dedo, que pode se tornar um hábito (no início como pacificador de uma necessidade sensório motora e futuramente trazendo danos às áreas fonoarticulatórias).

O hábito de sugar o dedo, promove o padrão anteriorizado da língua entre as gengivas ou dentes, causando deformação na arcada dentária e alteração da produção de sons como: T, "te", D "de", S "se", Z "ze" e N "ne" . Pode ainda se tornar um apoio a situações de frustração sócio afetivas. O desaparecimento deste hábito é extremamente difícil, uma vez que o dedo tem presença constante no esquema corporal.

Recomenda-se então o uso da chupeta ortodôntica, devido a sua forma anatômica semelhante ao seio materno. Esta semelhança com o mamilo permite a elevação da ponta da língua na cavidade oral, estimulando a preparação das zonas de contato da língua para uma deglutição que não provoque alteração da arcada dentária, e também ajudando a produção dos sons como: T "te”, D "de", N "ne" ,L "lê”, R "re" e " lhe". Sua forma permite também uma melhor pressão dos lábios em virtude de seu formato achatado e bulbo curto.

Porém, o uso da chupeta não deve se estender além do final do segundo ano de vida, pois então ela se tornaria prejudicial.

Faz-se necessário então, a disciplina com relação à utilização da mesma. Quando a criança fica acordada por um período de tempo maior, é conveniente não utilizá-la, neste tempo a criança entretêm-se com as mãos, explora brinquedos, balbucia como forma de exercitar a musculatura oral.

Aconselha-se o uso da chupeta em situação de cansaço e sono. Depois que a criança já está em sono profundo a mesma deve ser retirada.

Por volta dos dois anos ou dois anos e meio, se faz necessário a substituição da chupeta. Muitas crianças necessitam de um elemento de transição para "sugar". Este deve ser um brinquedo macio e aconchegante, pelo qual ela tenha afeto e também que lhe faça companhia.

Quando necessário o uso de mamadeira, utilizar bicos ortodônticos, pela semelhança do bico do seio materno. Quanto as vantagens, são as mesmas mencionadas em relação à chupeta.

Dieta para Hipertensão


Dieta para hipertensão

A dieta do hipertenso deve conter baixo teor de gorduras (principalmente saturadas), colesterol e sódio. Em contrapartida, deve apresentar elevado teor de potássio e fibras.
É importante também que a dieta seja acompanhada por hábitos de vida saudáveis: prática de atividade física regular, abandono do tabagismo, ingestão moderada de bebidas alcoólicas, controle do estresse e manutenção do tratamento medicamentoso, quando houver.

Veja a seguir as recomendações dietéticas segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial:

Preferir

- Alimentos cozidos, assados, grelhados ou refogados;

- Temperos naturais: limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha;

- Verduras, legumes, frutas, grãos e fibras;

- Peixes e aves (preparadas sem pele);

- Produtos lácteos desnatados.


Limitar /

- Sal;

- Álcool;

- Gema de ovo (no máximo três vezes por semana);

- Crustáceos (caranguejo);

- Margarinas (dando preferência às cremosas e halvarinas, ricas em fitosterol).


Evitar

- Açúcares e doces;

- Frituras;

- Derivados de leite na forma integral, com gordura;

- Carnes vermelhas com gordura aparente e vísceras;

- Alimentos processados e industrializados (embutidos, conservas, enlatados, defumados e salgados de pacote).


Tabela com a quantidade de sal e potássio contida em alimentos

(Composição química dos alimentos por 100 gramas)


Alimentos não recomendados

Alimentos/ Sal (g) / Potássio (mg)

Carne de sol / 10,8 / 200

Bacalhau salgado / 14,3 / 603

Bacon defumado / 2,6 / 236

Caviar / 3,8 / 531

Manteiga com sal / 2,5 / 303

Presunto cozido / 4,8 / 237

Linguiça de porco / 2,9 / 268

Batata chips / 1,6 / -

Picles / 3,0 / -

Pizza / 1,8 / 130

Azeitona / 3,0 / -

Queijo Camembert / 3,1 / 66

Queijo Roquefort / 3,0 / 82

Salame / 5,3 / 376

Salsicha / 2,5 / 235


Alimentos que podem ser consumidos com moderação


Alimento / Sal (g) / Potássio (mg)

Maionese / 1,5 / 17

Macarronada / 1,0 / 121

Requeijão / 1,0 / 53

Pão francês / 1,5 / 141

Ovo / 0,3 / 128

Doce de leite / 0,3 / 393


Alimentos recomendados

Alimento / Sal (g) / Potássio (mg)

Carne magra / 0,3 / 112

Peixe / 0,3 / 182

Biscoito Cream Cracker / 0,3 / 35

Fígado / 0,3 / 248

Galinha / 0,3 / 211

Gelatina / 0,4 / 42

Ricota / 0,5 / 64

Queijo Minas / 0,7 / 153

Peru / 0,3 / 288

Maçã / - / 64

Mamão / 0,1 / 212

Manga / - / 76

Maracujá / 0,1 / 360

Mel de abelha / - / 34

Melancia / 0,0 / 42

Melão / 0,2 / 429

Morango / 0,1 / 155

Óleo de soja / - / 4

Pepino / 0,1 / 76

Pera / 0,1 / 132

Pêssego / 0,1 / 121

Pimentão verde / 0,1 / 154

Quiabo / 0,1 / 31

Rabanete / 0,2 / 383

Repolho / 0,1 / 161

Tomate / 0,1 / 209

Uva branca / 0,1 / 188

O fim da sinusite


Quando o frio chega e a umidade dá uma trégua, abrem-se as portas para micróbios que levam à sinusite. E haja dor de cabeça, congestão nasal... Conheça todas as saídas para se livrar desse aperto

Respire fundo. Estamos naquele período do ano em que o nariz sofre — e como sofre! Casacos guardados durante meses finalmente saem do armário, o ar está mais seco e a poeira voa livre, leve e solta por todos os cantos. Para piorar, a gente tenta esquentar o corpo se amontoando em locais fechados, um prato cheio para a proliferação de vírus e bactérias. Assim, está armado o circo para que as doenças respiratórias promovam seu show. Nesta época, gripes e resfriados dão o ar da graça e a rinite ataca, deixando as vias aéreas expostas a toda sorte de inflamações. Aí, basta um micro-organismo mais esperto aproveitar a brecha e pronto: instala-se a sinusite — ou rinossinusite, como preferem os especialistas. “É muito raro ocorrer a sinusite sem uma rinite”, justifica Antônio Douglas Menon, otorrinolaringologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Quem já enfrentou o problema conhece os sintomas: a cabeça fica pesada e o rosto parece que vai explodir.Sem falar naquela secreção esverdeada que sai do nariz. Mas a doença às vezes dá sinais menos óbvios. “Rouquidão e tontura também podem ser indícios”, exemplifica o otorrinolaringologista Fernando Chami, do Centro de Pesquisa e Estudo da Medicina Chinesa, em São Paulo. Até dor de dente a sinusite, como ainda é popularmente conhecida, pode provocar.

Todo esse mal-estar ocorre porque os seios da face — as cavidades que ficam no interior dos ossos, ao redor do nariz, da maçã do rosto e dos olhos — entopem. Daí, abrir caminho para que o ar circule tranquilamente pelos seios da face nem sempre é tarefa fácil. Felizmente, a ciência tem trabalhado para desenvolver novas soluções para dar fim a esse sufoco. A equipe do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, na capital paulista, acaba de trazer ao Brasil uma cirurgia criada nos Estados Unidos, parecida com o procedimento usado para desentupir artérias do peito: a sinuplastia com balão. “É mais uma ferramenta para combater a rinossinusite”, acredita o otorrinolaringologista João Flávio Nogueira, que já testou o método em 12 pacientes. Menos agressiva do que a cirurgia tradicional, ela seria recomendada para crianças, idosos ou aqueles que não podem se expor a sangramentos, por exemplo.

“É importante frisar que a nova técnica não é a solução para todos os problemas”, pondera João Flávio Nogueira. Ou seja: embora a sinuplastia apresente bons resultados — os pacientes que fizeram o teste passam muitíssimo bem —, o método requer indicações precisas, e nem sempre é a melhor escolha. A cirurgia tradicional, que como a nova operação também é guiada por videoendoscopia, continua cumprindo eficientemente o papel de desobstruir os seios paranasais — para isso, os tecidos que estão bloqueando as cavidades são cortados e removidos. “Hoje, ela melhora a qualidade de vida dos pacientes em cerca de 85% dos casos crônicos”, aponta Renato Roithman, presidente da Academia Brasileira de Rinologia. A intervenção cirúrgica, é bom lembrar, só entra em cena em casos graves ou quando todas as possibilidades de tratamento clínico falham.

Beber café faz bem



A bebida sempre foi unanimidade pelo seu sabor, mas havia uma espécie de nata encobrindo seus benefícios. Prepare-se porque vamos passar novidades fresquinhas e surpreendentes para você degustar.

Puro ou adoçado? Coado ou expresso? Forte ou fraco? Arábica ou robusta? Da Colômbia ou das nossas montanhas de Minas? Com petit four ou pão de queijo? Assim como em uma cafeteria, inúmeras questões sobre o café são levantadas em centros de pesquisas ao redor do planeta. Grande parte dos cientistas busca elucidar a maior das dúvidas: afinal, ele faz mesmo bem para a saúde?

O cardiologista Bruno Mahler Mioto, do Instituto do Coração, o InCor, que fica em São Paulo, é um dos que estão atrás da resposta. “Embora existam mitos em relação à bebida e ao coração, ela não parece elevar o risco de doenças cardiovasculares”, afirma. Mioto está envolvido em um estudo sobre esse elo e ficou animado com os primeiros resultados obtidos recentemente. “O consumo de três a quatro xícaras diárias, por um grupo de 27 voluntários, não mostrou aumento da pressão arterial”, conta. Esse achado tem tudo a ver com outra pesquisa, publicada no periódico científico Circulation, da Associação Americana do Coração. Realizada com 83 076 mulheres, ela aponta, inclusive, um discreto efeito protetor contra o acidente vascular cerebral, o derrame. “Por causa do grande número de análises positivas que existem na literatura especializada, hoje não há mais razão para as pessoas temerem o cafezinho”, enfatiza Mioto. Mas daí vem mais uma pergunta: até mesmo as crianças devem incluí-lo no dia a dia? “Sim”, responde, com ar seguro, a psicóloga Carla Verônica Machado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ. Ela se dedica a analisar efeitos da bebida entre os pequenos. “Algumas substâncias ajudam na concentração e melhoram a memória, por isso a preparação é bem-vinda para quem está na escola”, diz.

Aliás, por falar em cérebro, um trabalho recém-concluído na Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, revela que, na massa cinzenta, a cafeína reduz os níveis de uma proteína chamada betaamilóide, que, em concentrações elevadas, seria um dos principais estopins para o Alzheimer. E outra vez nos deparamos com uma dúvida: o café é feito exclusivamente de cafeína? Quem ajuda com a resposta desta vez é o farmacêutico-bioquímico Tasso Moraes e Santos, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, a UFMG: “Ele concentra diversos compostos benéficos, além de vitaminas e de sais minerais”, conta. E o mais saboroso nessa história é que a rica mistura atua em sinergia, bem ali, dentro da xicrinha.

Para o professor Tasso Moraes, o café merece lugar de destaque no seleto rol dos alimentos funcionais. E qual seria o motivo? “É que, além de oferecer nutrientes, ele contém substâncias capazes de reduzir o risco de doenças”, justifica, sem pestanejar. O pesquisador e sua equipe observaram, por exemplo, uma boa atuação no fígado. “Nós oferecemos a um grupo de ratos uma ração especial feita com café e notamos uma diminuição de nódulos hepáticos”, conta. Como esses nódulos tendem a virar encrenca, segundo Moraes é possível deduzir que a bebida protege contra o desenvolvimento de tumores.

A relação entre o fígado e o café também aparece em um estudo recente do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram 766 pacientes que tiveram hepatite C e entre aqueles que bebiam mais de três xícaras de cafezinho por dia houve uma desaceleração no desenvolvimento da doença.

Em ambos os trabalhos, existem suspeitas de que compostos fenólicos, moléculas presentes na bebida, estejam por trás dos resultados. Dentro dessa turma do bem, um dos destaques é o já mencionado ácido clorogênico, mas existem ainda o ácido cafeico, o ácido ferúlico e o ácido p-cumárico. “Todos eles têm ação antioxidante”, explica outra estudiosa do assunto, a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Apesar de tantos defensores, várias questões podem continuar martelando em sua cabeça, como esta: será que todas essas substâncias benéficas se mantêm mesmo quando o fruto é processado? “Sim. Embora exista uma queda na quantidade, esses compostos permanecem em dosagens razoáveis no grão torrado”, garante a nutricionista Liliane Machado, da Universidade de Brasília, a UnB, que também faz parte do time de especialistas brasileiros atrás de respostas para tantas e tantas interrogações.

Para o professor Tasso Moraes, o café merece lugar de destaque no seleto rol dos alimentos funcionais. E qual seria o motivo? “É que, além de oferecer nutrientes, ele contém substâncias capazes de reduzir o risco de doenças”, justifica, sem pestanejar. O pesquisador e sua equipe observaram, por exemplo, uma boa atuação no fígado. “Nós oferecemos a um grupo de ratos uma ração especial feita com café e notamos uma diminuição de nódulos hepáticos”, conta. Como esses nódulos tendem a virar encrenca, segundo Moraes é possível deduzir que a bebida protege contra o desenvolvimento de tumores.

A relação entre o fígado e o café também aparece em um estudo recente do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram 766 pacientes que tiveram hepatite C e entre aqueles que bebiam mais de três xícaras de cafezinho por dia houve uma desaceleração no desenvolvimento da doença.

Em ambos os trabalhos, existem suspeitas de que compostos fenólicos, moléculas presentes na bebida, estejam por trás dos resultados. Dentro dessa turma do bem, um dos destaques é o já mencionado ácido clorogênico, mas existem ainda o ácido cafeico, o ácido ferúlico e o ácido p-cumárico. “Todos eles têm ação antioxidante”, explica outra estudiosa do assunto, a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Apesar de tantos defensores, várias questões podem continuar martelando em sua cabeça, como esta: será que todas essas substâncias benéficas se mantêm mesmo quando o fruto é processado? “Sim. Embora exista uma queda na quantidade, esses compostos permanecem em dosagens razoáveis no grão torrado”, garante a nutricionista Liliane Machado, da Universidade de Brasília, a UnB, que também faz parte do time de especialistas brasileiros atrás de respostas para tantas e tantas interrogações.

Embora o processamento preserve boa parte das substâncias benéficas, é o grau de torrefação que determina a quantidade delas. “Quanto menor a torra, maior o número de compostos fenólicos e de nutrientes encontrados na bebida”, diz Liliane Machado, nutricionista da UnB. “Os grãos menos torrados também resultam em bebidas mais aromáticas”, lembra o expert Marco Suplicy, da Suplicy Cafés Especiais, em São Paulo. Aliás, a bebida não precisa ser totalmente negra para ser de boa qualidade, muito pelo contrário. “Os cafés mais escuros costumam acumular cinzas”, diz Suplicy. E, para piorar, o gosto não fica dos melhores, o que leva o consumidor a lotar a xícara com açúcar ou adoçante.

“O exagero na hora de adoçar é um dos piores erros”, lamenta Liliane, que analisa os poderes do café na diminuição do risco do diabetes do tipo 2. “Diversas experiências mostram que a ingestão saudável da bebida interfere positivamente com a absorção da glicose, que então é feita de maneira mais gradual”, explica. Assim, a produção de insulina — hormônio que se encarrega de botar o açúcar dentro das células — ocorre de forma harmoniosa, sem sobressaltos. Mas essa boa atuação dificilmente acontecerá se o preparado ficar mais parecido com uma espécie de melado.

E, agora, você pode indagar: qual é a melhor forma de adoçar? Para os baristas, ou seja, para quem conhece todas as sutilezas de gosto, o certo é tomar puro. “Bebidas de boa procedência são naturalmente adocicadas”, afirma Cleia Junqueira. Sem falar que ir devagar com o doce também ajuda na contabilidade calórica. Mas, se o seu paladar ainda não percebe a discreta doçura na xícara de um cafezinho puro, coloque a menor quantidade de açúcar possível ou apele para os edulcorantes artificiais.

A cientista sensorial Helena Maria Bolini, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista, anda investigando a interferência dos adoçantes no sabor do café. Em um estudo com mais de 200 voluntários, a equipe da professora pôde observar que a sucralose é uma boa alternativa ao açúcar, já que não contém calorias e parece não afetar tanto as características de aroma e textura do preparado. “O mais indicado é optar por versões líquidas do edulcorante, que se misturam melhor à bebida.”

Por fim, a pergunta que não quer calar: qual a medida ideal? A maioria dos especialistas sugere até 600 mililitros, o que corresponde a três ou quatro xícaras por dia. Mas para os fãs do cafezinho não existe dose certa. “Jamais deve haver excessos”, dispara o professor Tasso Moraes, da UFMG, que sugere: “Para aqueles que têm dor de estômago, insônia ou palpitação, o melhor é ir com parcimônia”. Ninguém aqui quer ser estraga-prazeres, mas um pingo de cautela, em alguns casos, nunca faz mal a ninguém.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tristeza de final de ano


Chegou mais um final de ano.

Avaliações, cobranças, arrependimentos, conquistas, perdas, ganhos, enfim, fase de avaliar o que se fez ou deixou de se fazer.

Uns comemoram, outros são mais pacíficos, mais há o grupo dos entristecidos. Um grupo que nessa época se fecha, se retrai, fica muito pensativo, irritado, mais agressivo.

Ficar triste nessa época é natural, devido ás avaliações e reflexões que são feitas, e se existe ainda a lembrança da morte de um ente querido, que não foi elaborada, ou uma perda significativa (separação, emprego, reprovação escolar...), haverá o sentimento de luto pela perda.

Estamos falando da tristeza, pois é natural ficar triste durante um período.

Não é normal, se existe o desejo da morte, se o indivíduo ficou triste um ano inteiro, ou deixou de fazer as atividades que fazem parte de sua rotina.

Se esses sinais aparecem é indicio de que o corpo não está suportando mais, está ficando doente, é hora de se pensar em depressão.

É normal a pessoa confundir ainda hoje, depressão com tristeza, “baixo astral”, fossa, ou atribuírem os sentimentos à “fase ruim”.

A tristeza é um sentimento que acontece com qualquer pessoa, mas é passageiro, não altera o funcionamento do indivíduo.

Entristecer não é deprimir. É uma conscientização da situação ou condição que não é aquela que o indivíduo desejaria que fosse, independente de ser ou não fantasiosa.

Todo ser humano tem momentos de tristeza, faz parte da vida.

O dia de Natal, por ser um dia considerado cultural e socialmente familiar de união, de troca, de religiosidade, é um dia em que muitas pessoas se entristecem, pois as lembranças podem ser dolorosas, alguma feridas ainda não cicatrizadas podem voltar a sangrar, a percepção da realidade pode não agradar.

A passagem de ano, por representar o recomeço, uma nova oportunidade, o deixar para trás o que não foi bom, é um dia de festa e geralmente é mais alegre que o Natal.

Vale ressaltar que ambos os momentos tem seus simbolismos e ajudam a reflexão e amadurecimento.

Comemore a chegada do novo ano.

Mesmo que esteja só, faça um jantar diferente, coloque uma roupa que goste, se dê um presente, e quando chegar a meia noite, estoure a sua champagne ou abre uma garrafa de alguma coisa que você goste muito de tomar.

No mínimo, você terá um bom motivo para comemorar, a sua oportunidade de poder estar com vida, diante de um mundo de tanta violência. E por que não, desejar paz ao resto do mundo?

Boas Festas!

Antidepressivo Natural

A erva de São João é um conhecido antidepressivo natural, auxiliando no tratamento de distúrbios do sono e até insônia.

Ameniza também os sintomas da TPM (Sindrome ou Tensão Pré-Menstrual).

Por ser uma planta antivirótica e antibacteriana, alivia as inflamações, sendo excelente para tratamento de feridas e queimaduras e melhorando o desempenho do sistema imunológico.

Outra dica são os remédios naturais a base de Piper methysticum, popularmente conheciada como Kava Kava, podem ser usados para controlar a ansiedade e as depressões leves.

Além disso, a Kava kava contém a molécula lactona, que age como relaxante muscular o que contribui também, para regular os disturbios do sono.

Suco faz Perder Barriga


O suco feito com linhaça vai tubrinar a sua dieta

Ingredientes

• 1 ameixa-preta seca
• 2 fatias de abacaxi
• 3 folhas de hortelã
• 1 copo (200 ml) de água mineral
• 1 col. (sopa) de semente de linhaça

Modo de fazer

Deixe a ameixa hidratar por oito horas na água e dentro da geladeira. Junte aos outros ingredientes e bata no liquidificador. Beba sem coar.

Rendimento: 1 copo
Calorias por copo: 55